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| Fique atento às pintas da sua pele |
Quando
se é criança, as sardas
são vistas
como bonitinhas. Depois,
são pintinhas que
dão um charme
na vida adulta.
Mas também
podem ser vilãs, quando
se fica mais velha.
Antes de mais
nada, elas
representam o envelhecimento, a agressão
constante do sol.
Se você
tomou sol em
excesso e sem
proteção na infância,
vai perceber o resultado
nocivo lá pelos 25 anos. É
quando elas
se destacam mais. Por
isso, olho
nelas!!! Avalie na frente do espelho qualquer
alteração. Vá ao dermatologista para dicas. Acompanhe as mudanças. Especialmente
das “pintas”.
O tipo
de Câncer mais
comum entre
nós brasileiros
é o de pele. E a região Sul do Brasil tem alta incidência,
especialmente pelo fato de a população ter pele
ser mais clara. Mas, quando descoberto
cedo, o Câncer
tem altos índices
de cura. Então,
observe-se!!!
Os tipos:
Melanoma
Conforme o InstitutoNacional do Câncer (Inca), tem origem
nos melanócitos (células
produtoras de melanina, substância
que determina a cor
da pele) e tem predominância
em adultos
brancos. Embora o Câncer de pele seja o mais frequente no Brasil e corresponda
a 30% de todos os tumores
malignos registrados no país, o Melanoma
representa apenas 3% das neoplasias malignas do órgão,
apesar de ser
o mais grave
devido à sua
alta possibilidade de metástase.
A estimativa do Inca de novos casos no Brasil em 2018 foi de 6.260 - sendo 2.920 homens e 3.340 mulheres.
Não-Melanoma
De acordo com o Inca, é o câncer mais frequente no Brasil e corresponde a 30% de todos os tumores
malignos registrados no país. Apresenta altos
percentuais de cura,
se for detectado precocemente. Entre os tumores
de pele, o tipo
Não-Melanoma é o de maior incidência e mais
baixa mortalidade. É
mais comum
em pessoas
com mais
de 40 anos, sendo relativamente
raro em
crianças e negros,
com exceção
daqueles já portadores
de doenças cutâneas anteriores.
Pessoas de pele
clara, sensível
à ação dos raios
solares, ou
com doenças
cutâneas prévias são
as principais vítimas.
Como
a pele (maior
órgão do corpo
humano) é heterogênea,
o Câncer de pele
Não-Melanoma pode apresentar tumores
de diferentes linhagens.
Os mais frequentes são
Carcinoma Basocelular, responsável por
70% dos diagnósticos, e o Carcinoma Epidermoide, representando 25% dos casos. O Basocelular, apesar
de mais incidente,
é também o menos
agressivo.
A estimativa
do Inca para 2018 foi de 165.580 novos casos de Câncer Não-Melanoma no Brasil, sendo 85.170 homens e 80.140 mulheres.
Anote as dicas de cuidado:
*Avalie se algum
sinal antigo
mudou de padrão - cor
ou tamanho.
O mesmo vale para lesões que não
cicatrizam depois de um mês, ou que sangram,
ou que
coçam. Na dúvida, vá ao dermatologista! Em caso de suspeita, é preciso
fazer uma biópsia
– coleta de material
para análise em laboratório.
*Use protetor
solar TODOS
os dias, mesmo
que esteja nublado.
No começo, é chato,
depois torna-se hábito
e já não
se consegue sair de casa
sem ele
– comigo foi assim!
*Pessoas
clarinhas devem usar fator
30 ou mais.
Peles negras podem usar
20. Mas o melhor
mesmo é falar
com o dermatologista.
*Adote
chapéu,
está na
moda, dá
estilo
ao
look e protege do
sol!
Minha experiência:
Eu
suspeitava de uma
pinta no
meu rosto.
Por cinco anos.
Nada de
mais,
mas era estranha,
eu olhava
todo dia no
espelho.
E
não gostava, pois
era
no
rosto!
Me
disseram
que era
nada,
mas
eu não
entrei na
onda. Sabe
como é, consulta
rápida,
não dão
muita
bola. Foram três idas ao médico.
Até
que a percebi maior e começou a
coçar.
Fui então
em um
cirurgião-plástico
conhecido meu, e
bingo!
Um Carcinoma Basocelular.
Gente,
medo só da
cicatriz. Retirado,
cicatrização
perfeita,
nem
dá
pra ver!
Não tem do
que
ter medo. Tem é
que se
proteger! Ok? E dá-lhe
protetor solar!
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